Após repercussão nacional do caso, UFPB cria comissão para investigar morte de estudante

Após toda a repercussão (local e nacional) do caso, o Conselho Universitário (Consuni) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) criou, por maioria de votos, uma comissão para acompanhar a investigação da morte do estudante de Filosofia, Clayton Tomaz de Souza, de 31 anos. A decisão foi tomada em reunião nesta quarta-feira (19).

Clayton Tomaz desapareceu no dia 6 de fevereiro. O corpo foi encontrado na segunda-feira (17), às margens de uma estrada em Gramame, na Zona Sul de João Pessoa. Vídeos em que o aluno destaca o que considera a hostilidade dos vigilantes da UFPB contra ele viralizaram nas redes sociais após sua morte.

A comissão da UFPB que acompanhará o caso será formada por representantes dos três segmentos que compõem a comunidade universitária: estudantes, professores e técnico-administrativos.

A reitoria Margareth Diniz afirmou que a instituição fornecerá todas as informações solicitadas para a elucidação do caso.

Também nesta quarta-feira (19), o site jornalístico Mídia Ninja repercutiu o assassinato. A vítima sofreu um disparo de arma de fogo na cabeça e o caso está sendo investigado pela Polícia Civil.

O comunicador Hyttalo Hallef cobrou das autoridades, durante o programa 360 graus desta quarta-feira (19), um desfecho ao caso do estudante, conhecido publicamente como Alph.

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