‘A EDUCAÇÃO PEDE SOCORRO’: Movimento programa manifestação em frente a casa do prefeito de JP por retorno das aulas

Movimentos independentes organizam uma manifestação pela reabertura das escolas, na próxima sexta-feira (18), às 17h, em frente ao condomínio Aphaville

Com o retorno de diversas atividades econômicas na cidade de João Pessoa, a pressão agora é para o retorno das aulas presenciais na rede particular de ensino. Movimentos independentes organizam uma manifestação pela reabertura das escolas, na próxima sexta-feira (18), às 17h, em frente ao condomínio Aphaville, no Bairro dos Estados, em João Pessoa – local onde reside o prefeito da Capital.

Um mini panfleto, com o título: ‘ A educação pede socorro’, sem nome dos organizadores, circulam pelas redes sociais convocando pais, professores e diretores de escolas da Capital, para participarem da manifestação. Eles questionam que várias atividades já voltaram a funcionar, inclusive mostra uma praia lotada, e apenas as escolas ainda não.

O presidente do Sindicato das escolas particulares da Paraíba, Odésio Medeiros, em entrevista ao ClickPB, disse que soube do protesto, mas garante que a instituição não faz parte desse movimento. “O sindicato não apoia esse tipo de protesto. Nós somos via diplomática. Acreditamos que isso em nada influencia na decisão do prefeito. Acho que o problema não é que o prefeito queira abrir, mas que que abrir com segurança”, afirmou, destacando que nos próximos dias deve acontecer uma nova reunião entre o sindicato e o prefeito da cidade.

Esse movimento também não tem participação dos professores da rede privada da Capital. Antônio Arruda, da Administração do Sindicato dos Trabalhadores da Rede Privada de Ensino, comentou que a instituição já discutiu com o Ministério do Trabalho e que o retorno das aulas presenciais só com segurança. “É necessário seguir alguns requisitos, distanciamento de 2 metros entre os alunos e 4 metros do professor.  É necessário ter uma cabine de proteção para os professores porque não tem condições dele passar 4 horas seguidas de máscara, dando aula”, comentou, acrescentando que antes disso é necessário ter um comitê entre professores e direção das escolas para cumprimento das exigências de segurança.

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