Brasil receberá mais 1.036.800 vacinas da AstraZeneca/Oxford via mecanismo COVAX nesta quinta-feira

Mais 1.036.800 doses de vacinas contra COVID-19 do Mecanismo COVAX, fabricadas pela AstraZeneca/Oxford, chegarão ao Brasil nesta quinta-feira (15). Outras 3 milhões devem ser enviadas ao país nas próximas semanas.

O COVAX, pilar de vacinas do acelerador de acesso a ferramentas contra a COVID-19 (ACT), é coliderado pela Coalizão para Promoção de Inovações em prol da Preparação para Epidemias (CEPI); pela Aliança Mundial para Vacinas e Imunização (Gavi); e pela Organização Mundial da Saúde (OMS) – que trabalham em parceria com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), como parceiro chave na execução, bem como com organizações da sociedade civil, fabricantes de vacinas, Banco Mundial e outros.

O Fundo Rotatório da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) é o agente de compras reconhecido pelo mecanismo COVAX para os países da região das Américas, tendo entregue ao Brasil, entre março e junho deste ano, 5.916.000 doses da vacina contra COVID-19 – 5.073.600 da AstraZeneca/Oxford e 842.400 da Pfizer/BioNTech.

As vacinas de ambos fabricantes já se mostraram seguras e de qualidade, tendo aprovação para uso emergencial da OMS e registro definitivo da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).

Há dois grupos de países e territórios participantes no COVAX: os autofinanciados, como o Brasil, que pagam pelas vacinas; e os de baixa renda que recebem as vacinas sem custo. No caso da Região das Américas, dez países e territórios fazem parte desse segundo grupo: Bolívia, Dominica, El Salvador, Granada, Guiana, Haiti, Honduras, Nicarágua, Santa Lúcia, São Vicente e Granadinas.

As vacinas são efetivas principalmente para prevenir quadros graves e mortes por COVID-19, inclusive os casos causados pelas variantes da doença identificadas até o momento. O mesmo vale para medidas preventivas. Portanto, a estratégia ideal de enfrentamento da pandemia combina vacinação com o uso correto de máscaras, distanciamento físico e higienização das mãos regularmente com sabão ou álcool gel, evitando aglomerações e mantendo os ambientes bem ventilados.

Desde o início da pandemia, o Sistema ONU no Brasil tem trabalhado com as três esferas de governo, empresas e a sociedade civil para identificar e atender as necessidades da população na resposta à crise sanitária e a seus efeitos socioeconômicos.

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