Magazine Luiza se torna centro de debate sobre racismo após anunciar programa de trainees exclusivo para negros

Desde que a Magazine Luiza anunciou no último final de semana que faria um processo seletivo exclusivo para o recrutamento de jovens negros, iniciou-se uma polêmica nas redes sociais. De um lado usuários que veem na ação da empresa um importante passo para combater o preconceito e a desigualdade social no Brasil, do outro lado usuários que criticam a ação e que na realidade a empresa apenas estaria praticando mais uma forma de racismo.

Especialistas em direito esclarecem que a decisão da empresa de contratar apenas profissionais negros na realidade se enquadra como uma ação afirmativa e portanto a empresa não poderia ser acusada de racismo. “Atualmente, temos em nosso quadro de funcionários 53% de pretos e pardos. E apenas 16% deles ocupam cargos de liderança. Precisamos mudar esse cenário”, disse a empresa no Twitter ao anunciar o processo seletivo.

Descontentes

No Twitter, os deputados bolsonaristas Carlos Jordy (PSL-SP) e Daniel Silveira (PSL-RJ), disseram que formalizariam uma ação contra o Magazine Luiza, alegando que a empresa estaria cometendo um ato de racismo.

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