Rede social usada por conservadores e indicada por Bolsonaro devera sair do ar após Amazon, Google e Apple encerrarem relações com empresa

Gigantes da indústria tecnológica alegaram que teriam encontrado conteúdo que incita o ódio e por isso encerrariam suas relações com o Parler

A partir desta segunda-feira (11) a rede social Parler, que foi criada para servir como uma opção para o Twitter e o Facebook, deverá sair do ar. Apesar de estar ganhando força dentre grupos de usuários de viés conservador e tradicionalista, a rede social será removida dos servidores da Amazon, onde era hospedada. A decisão da Amazon de remover a rede social dos seus servidores foi anunciada logo depois de Google e Apple informarem que a rede social não estaria mais disponível para ser baixada em suas lojas de aplicativos.

A rede social, que é utilizada por conservadores, ganhou força depois que outras empresas, como Twitter e Facebook, passaram a excluir com mais frequência conteúdo que violasse regras das companhias. Na sexta-feira, o Twitter decidiu banir permanentemente a conta do presidente americano Donald Trump, afirmando que havia identificado conteúdo de incitação a violência em seus tuítes.

O movimento de migração do para o Parler foi endossado pelo presidente Jair Bolsonaro, aliado de Trump. Em seu perfil no Instagram, o presidente convidou seus seguidores a entrarem na rede social.

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