REUNIÃO NA GRANJA: Presidente do Cidadania afirma que governador pode fazer intervenção para barrar eleição indireta e presidente da Câmara de Bayeux publica ‘encontro’ com João Azevedo

“Se for o caso e se for preciso, o governador fará. Não tenho dúvidas”. A declaração foi dada nesta segunda-feira (10) pelo  residente do Cidadania e Secretário Chefe do Governo do Estado da Paraíba, Ronaldo Guerra,  ao admitir, durante entrevista ao Programa F5 da Rádio Pop FM, a possibilidade de uma intervenção do Governo do Estado na cidade de Bayeux.

“Todo nós sabemos que legalmente é possível fazer isso”, emendou.

Segundo Ronaldo, o atual prefeito interino, Jefferson Kita tem feito um bom trabalho no município e a cidade tem reagido ao difícil cenário que vivenciou nos últimos anos.
“Ele já colocou a folha de pagamento em dia, que estava dois meses atrasada. Para você ter ideia o município hoje está revitalizado financeiramente, de forma que está pagando em dia a todo mundo, com os funcionários recebendo dentro do mês”, ponderou.
Nesta manhã o presidente da Câmara Municipal da Cidade, Inaldo Andrade, postou uma publicação no Instagram de uma imagem da Avenida que dá acesso à Granja Santana – residência oficial do governador – com a seguinte legenda: “Articulando para o bem”

 

Guerra  teme que uma eleição indireta possa retirar de Bayeux o ritmo que a cidade tem vivenciado. Ele acredita que a população não suporta que haja retrocesso administrativo. De forma muito clara, o secretário garantiu que se necessário, poderá haver intervenção do Governo do Estado.

“O medo que nos apresenta é nessa embrulhada de eleição indireta Bayeux voltar ao que era há 90 dias. Esse é o grande risco que a população não aceita mais. A população não pode suportar retroagir o que era Bayeux há 60, 90 dias. Eu conheço e sei que intervenção é muito traumático, mas se for necessário, o governador fará. Se for necessário, o governador fará. Ele deverá estudar essa possibilidade, ela existe, ela é real, é legal, faz parte da lei. Portanto, não seria impossível”.

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