‘TRISTE E INDIGNADO’: Abílio Diniz, um dos donos do Carrefour se pronuncia após assassinato em supermercado

Em quatro tuítes que postou, Abílio se disse "profundamente triste e indignado":

Abílio Diniz, o terceiro maior acionista do Carrefour global (dono de 10% das ações com direito a voto) e integrante do conselho de administração da empresa na França, se pronunciou sobre o assassinato de João Alberto Freitas ocorrido ontem dentro de uma filial do Carrefour em Porto Alegre.

Em quatro tuítes que postou, Abílio se disse “profundamente triste e indignado”:

—  O que aconteceu em Porto Alegre ontem foi terrível e me deixou profundamente triste e indignado. Minha solidariedade e orações à família de João Alberto Silveira Freitas. Sua morte é uma tragédia e uma enorme brutalidade. O racismo é execrável e inaceitável e devemos combatê-lo sempre, com toda a força. Dezenas de milhões de brasileiros enfrentam diariamente agressões e enormes dificuldades por conta do racismo, e nosso país não vai avançar de verdade sem que isso seja endereçado de forma efetiva.Como acionista e conselheiro do Carrefour, pedi à empresa que não meça esforços e trabalhe incansavelmente para que fatos trágicos como este jamais se repitam no Brasil. E mais, que o Carrefour se organize para ser um agente transformador na luta contra o racismo estrutural no Brasil e no mundo.

Alexandre Bompard, presidente e um dos donos do Carrefour na França, também se pronunciou via Twitter:

— Em primeiro lugar, gostaria de expressar meus profundos sentimentos, após a morte do senhor João Alberto Silveira Freitas. As imagens postadas nas redes sociais são insuportáveis. Eu pedi para as equipes do Grupo Carrefour Brasil total colaboração com a Justiça e autoridades para que esse os fatos deste ato horrível sejam trazidos à luz. Medidas internas foram imediatamente tomadas pelo Grupo Carrefour Brasil, principalmente em relação à empresa de segurança contratada. Essas medidas são insuficientes. Meus valores e os valores do Carrefour não compactuam com racismo e violência. Espero que o Grupo Carrefour Brasil se comprometa, além das políticas já implantadas pela empresa.

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